23 de outubro de 2013
Os mitos do orgasmo feminino
50% das brasileiras têm dificuldades para chegar ao clímax e 26% nunca tiveram qualquer tipo de orgasmo
O orgasmo está diretamente relacionado ao seu estado emocional. Esqueça a imagem de que uma boa transa é garantia para o clímax: a penetração definitivamente não é a melhor maneira de chegar lá. “Ter a obrigação de gozar durante o coito é tão ruim para a mulher como a questão da ereção para o homem”, compara o médico e sexólogo Gerson Pereira Lopes, também autor do blog “Dos Prazeres da Vida”.
O passo fundamental para se dar bem na cama é livrar-se das amarras da “performance perfeita” e não querer só agradar o parceiro. Fingir o orgasmo é uma armadilha para a própria mulher. Daí a importância de se conhecer e não ter vergonha da masturbação – tocar-se não é exclusividade dos homens. “Com a masturbação clitoridiana a mulher aprende a ter prazer orgástico, e transporta este prazer, treinado e estimulado por ela ou pelo parceiro, para ter o clímax intravaginal”, resume Carmita Abdo, sexóloga fundadora e coordenadora do Programa de Estudos em Sexualidade (ProSex).
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